Post Scriptum Izanagui é o relicário virtual de um pretensioso escritor (e talvez amaldiçoado) que tropeça pelas sensações do terror, da melancolia e do absurdo. Inspirado por Lovecraft, Poe, Álvares de Azevedo e outros senhores loucos da palavra, este blog abriga contos, ideias sombrias, devaneios poéticos, análises literárias e surtos criativos registrados antes que escapam para o éter. Entre, leia, mas com cuidado: algumas palavras sussurram de volta.
sábado, 10 de maio de 2025
Relato onírico 003: A Caçada Inconclusa
quinta-feira, 24 de abril de 2025
Microconto: a cama que era do falecido
terça-feira, 22 de abril de 2025
Relato onírico 002: Doná Diná e a casa das teias monstruosas
Visita Noturna à Mansão de Dona Diná (com um toque de aranhas e passarinhos reféns)
segunda-feira, 21 de abril de 2025
Relato onírico 001: Canibais no Mangue e a Catedral do Delírio
Um Mausoléu Para Meus Sonhos (e Outras Assombrações Pessoais)
Decidi fundar neste blog um mausoléu para os meus sonhos mortos. Aqui, pretendo enterrá-los com a devida pompa fúnebre — talvez até jogando umas flores de vez em quando, na esperança tola de que alguma essência se desprenda dos cadáveres oníricos e possa servir de combustível para meus contos. Ou, quem sabe, só pra não enlouquecer sozinho. (Dizem que escrever é mais barato que terapia, né?)
E, para inaugurar esta sessão necrológica do subconsciente, trago o relato de um dos meus devaneios mais recentes — uma pequena odisseia do absurdo, nascida entre o REM e o reino das trevas:


